mai
20

Jimmie Johnson vence em All-Star Race em Charlotte

Jimmie Johnson comemora vitória em Charlotte (Lesley Ann Miller/LAT Photo USA)

O pentacampeão Jimmie Johnson, da Hendrick, dominou na noite deste sábado a All-Star Race 28, prova extraoficial da Sprint Cup disputada no quadrioval de Charlotte.

Prévia da “Coca-Cola 600”, uma das etapas mais tradicionais no calendário da Nascar, a All-Star Race é disputada por todos os vencedores das temporadas 2011 e 2012, além de dois pilotos escolhidos em uma prova preliminar e uma eleição do público para o competidor mais popular.

A corrida é dividida em cinco segmentos, quatro com 20 voltas e um decisivo com dez. Os vencedores de cada segmento compõem as quatro primeiras posições do grid da fase decisiva: a pole fica com o vitorioso no primeiro trecho, o segundo com o vencedor da bateria seguinte, e assim por diante.

Em Charlotte, neste sábado, Johnson venceu o primeiro segmento da corrida e liderou cada volta da fase decisiva, garantindo sua terceira vitória no evento. Antes, ele havia vencido em 2003 e 2006.

“O carro estava incrível. Andei por fora no início da primeira bateria e assumi a liderança”, comentou Johnson, quinto colocado no campeonato.

Durante a comemoração da vitória, Johnson convidou o chefe de equipe Rick Hendrick para uma volta “olímpica” ao redor do quadrioval de Charlotte com o carro vencedor.

Brad Keselowski, da Penske, cruzou a linha de chegada na segunda colocação, seguido por Matt Kenseth (Roush Fenway), Kyle Busch (Joe Gibbs) e Dale Earnhardt Jr. (Hendrick).

O líder do campeonato Greg Biffle, da Roush Fenway, sofreu uma quebra de motor durante o quarto segmento e não terminou a prova. Já o atual campeão Tony Stewart, da Stewart-Haas, bateu o carro no muro de proteção durante o segmento de abertura.

Além de Johnson, os outros segmentos – à exceção do final – foram vencidos por Matt Kenseth (2ª parte), Brad Keselowski (3ª) e Dale Earnhardt Jr. (4ª).

A próxima prova da Sprint Cup será a tradicional Coca Cola 600 em Charlotte, no próximo dia 27 de maio.

Fonte: Tazio

 

mai
20

Rubens celebra a sua melhor classificação na Indy: “Estou muito feliz”

Rubens Barrichello, da KV, em Indianápolis (Dan R. Boyd/LAT)

Rubens Barrichello surpreendeu neste sábado ao apresentar um bom desempenho na classificação para as 500 Milhas de Indianápolis e conquistar a décima posição para o grid da prova.

O piloto da KV chegou a figurar na nona posição durante a primeira fase, o que lhe colocaria na parte final da sessão, em que apenas os mais rápidos disputam a pole position, mas foi superado justamente por seu companheiro de equipe e amigo Tony Kanaan.

Mesmo assim, o décimo lugar é a melhor colocação de grid que o veterano de 39 anos conseguiu nas tomadas de tempo da Indy que disputou nesta temporada de estreia na categoria, justamente em sua primeira experiência em um oval, o que o deixou satisfeito com a atuação.

“Estou muito feliz hoje, agradeço muito a equipe por ter me dado todo o suporte para aprender um pouco de tudo aquilo que envolve Indianápolis. É uma emoção muito grande ficar duas horas fora do carro e depois voltar e ir para uma classificação com uma média horária tão alta. Mas se eu ainda estava aprendendo no meu 19º ano de F1, imagina o que eu estou aprendendo aqui agora,” disse. “Estou muito feliz, foi um dia muito positivo. Agora vamos concentrar para fazer uma boa corrida,” concluiu o piloto.

O Bump Day, que define as posições ente 25º e 33º do grid acontece neste domingo, das 13h às 19h (de Brasília). Já as 500 Milhas de Indianápolis estão marcadas para o dia 27 de maio, a partir das 13h (também de Brasília), com transmissão ao vivo pelos canais Bandeirantes e BandSports. O Tazio Autosport fará o relato em tempo real da prova pelo Twitter.

Fonte: Tazio

 

mai
20

Helinho: “O objetivo era a pole, mas o sexto lugar está bom”

Hélio Castroneves, da Penske, em Indianápolis (Michael L. Levitt/LAT)

Tentando escrever seu nome na história como o quarto piloto a conseguir vencer as 500 Milhas de Indianápolis quatro vezes, Hélio Castroneves iniciou a campanha da edição 2012 da prova de forma sólida, porém com a sensação de que poderia ter feito mais.

O piloto da Penske liderou o treino livre realizado na manhã deste sábado no quadrioval e, à tarde, esteve sempre entre os mais rápidos nas duas fases da classificação para a corrida.

Após avançar para o “Fast Nine”, grupo que reúne os nove melhores da primeira parte e que define o detentor da pole position, Helinho foi o único a partir para três tentativas na última fase, sem conseguir, contudo, ir além do sexto lugar.

O brasileiro registrou 225,172 mph (362,379 km/h) como melhor média na parte decisiva, ficando atrás dos dois companheiros de equipe, incluindo Ryan Briscoe, que ficou com a primeira posição.

“Obviamente, o objetivo era a pole, mas estou largando em uma posição muito boa e nosso carro se mostra muito consistente”, declarou Castroneves que fechará a terceira fila do grid.

Neste domingo, será realizado o Bump Day, que define as posições do 25º ao 33º lugar, das 13h às 19h (de Brasília).

As 500 Milhas de Indianápolis estão marcadas para o dia 27 de maio, a partir das 13h (também de Brasília), com transmissão ao vivo pelos canais Bandeirantes e BandSports. O Tazio Autosport fará o relato em tempo real da prova, pelo Twitter.

Fonte: Tazio

 

mai
20

Serrinha vence em Ribeirão e lidera campeonato

Daniel Serra, no circuito de rua de Ribeirão Preto (Duda Bairros/Vicar)

Daniel Serra conquistou neste domingo, no circuito de rua de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, a sua primeira vitória na temporada 2012, a terceira de sua carreira.

O triunfo foi possível graças à uma largada agressiva em que ele ultrapassou o seu companheiro na equipe Red Bull, Cacá Bueno, que saía na pole position, por fora. O carioca não gostou na manobra por acreditar que foi espremido no muro e chegou a reclamar pelo rádio com a equipe. “O que ele fez, não se faz.”

Após fazer a primeira curva em primeiro, Serrinha controlou bem a corrida, sem ser ameaçado por Cacá e administrou a sua pequena vantagem na frente até o final da prova.

Cacá terminou em segundo e Átila Abreu, com uma ultrapassagem sobre Júlio Campos, por fora no final da reta principal, na penúltima volta, completou o pódio.

A prova, como de costume quando a categoria corre em circuitos de rua, teve vários acidentes. Dois causaram a interrupção da corrida com bandeira amarela. Na sétima volta, Ricardo Zonta rodou e ficou atravessado na pista. Alceu Feldmann e Ricardo Sperafico, que vinham atrás acabaram batendo e abandonando a prova. David Muffato, que também se envolveu no incidente, conseguiu voltar, assim como Zonta.

Na 18ª volta, Tuka Rocha forçou a ultrapassagem sobre Allam Khodair e bateu no adversário. Os foram parar na barreira de pneus. Duda Pamplona e Vítor Meira não conseguiram desviar e bateram em seguida. Os quatro pilotos, além de Valdeno Brito, que ficou preso atrás, deixaram a prova.

Revoltado, Tuka foi reclamar com Khodair ainda na pista, dizendo que vinha mais rápido graças ao “push to pass” (dispositivo que aumenta a potência dos carros por alguns segundos) e que o rival não deveria ter fechado a porta. Khodair, mais calmo, não concordou, afirmando que Tuka “mergulhou” muito tarde em sua tentativa.

Com o resultado da etapa, Serra assumiu a liderança do campeonato com 69 pontos, cinco à frente de Cacá, segundo. Ricardo Maurício, que chegou a Ribeirão na primeira posição da tabela e terminou a prova deste domingo apenas em 17º, caiu para terceiro, com 63. A próxima etapa da Stock Car acontece no dia 1º de julho, no circuito de Londrina.

Resultado Final – Ribeirão Preto:

1º. Daniel Serra (SP/Red Bull), 28 voltas em 41min38s772
2º. Cacá Bueno (RJ/Red Bull), a 0s844
3º. Átila Abreu (SP/AMG/Mobil Super Pioneer), a 2s356
4º. Júlio Campos (PR/Carlos Alves), a 4s517
5º. Marcos Gomes (SP/Medley Full Time), a 5s381
6º. Thiago Camilo (SP/RCM Motorsport/Ipiranga), a 5s807
7º. Denis Navarro (SP/Vogel/Neoquímica), a 8s410
8º. Luciano Burti (SP/Boettger/Itaipava), a 9s604
9º. Diego Nunes (SP/Hot Car), a 10s652
10º. Xandinho Negrão (SP/Medley Full Time), a 14s895
11º. Lico Kaesemodel (PR/RCM Motorsport/Credipar), a 15s930
12º. Eduardo Leite (SP/Hot Car), a 16s681
13º. Galid Osman (SP/BMC Full Time), a 17s768
14º. Nonô Figueiredo (SP/AMG/Mobil Super Pioneer), a 19s002
15º. Rodrigo Sperafico (PR/Mico’s/Prati-Donaduzzi), a 20s876
16º. David Muffato (PR/Boettger/Itaipava), a 42s468
17º. Ricardo Maurício (SP/Eurofarma RC), a 1 volta
18º. Popó Bueno (RJ/Gramacho RZ/Linea Sucralose), a 1 volta
19º. Ricardo Zonta (PR/Gramacho RZ/Linea Sucralose), a 2 voltas
20º. Max Wilson (SP/Eurofarma RC), a 4 voltas

Não completaram a prova:

21º. Allam Khodair (SP/Vogel/SER-Glass), na 17ª volta
22º. Tuka Rocha (SP/BMC Full Time), na 17ª volta
23º. Duda Pamplona (SP/Officer/ProGP), na 17ª volta
24º. Vitor Meira (DF/Officer/ProGP), na 17ª volta
25º. Valdeno Brito (PB/A. Mattheis/Shell Racing), na 17ª volta
26º. Antônio Pizzonia (AM/JF Racing/Comprafácil), na 13ª volta
27º. Alceu Feldmann (PR/A. Mattheis/Shell Racing), na 7ª volta
28º. Ricardo Sperafico (PR/Mico’s/Prati-Donaduzzi), na 7ª volta
29º. Pedro Boesel (PR/JF Racing/Comprafácil), na 1ª volta

Fonte: Tazio

 

mai
20

Lorenzo domina a etapa de Le Mans

Jorge Lorenzo, da Yamaha, em Le Mans (MotoGP/Divulgação)

Jorge Lorenzo liderou de ponta a ponta a quarta etapa da MotoGP, disputada na manhã deste domingo em Le Mans, na França, e reassumiu a liderança do campeonato.

Mas a sensação da prova foi o heptacampeão mundial Valentino Rossi, da Ducati, que venceu uma longa batalha com Casey Stoner, da Honda, nos instantes finais e retornou ao pódio da MotoGP após um jejum de 16 provas. Foi a melhor colocação de Rossi na MotoGP desde a etapa de Portugal, em 2010.

Stoner, que anunciou sua aposentadoria na última quinta-feira, perdeu a ponta do certame para Lorenzo. A desvantagem entre os dois rivais no campeonato agora é de oito pontos.

Disputada sob forte chuva no início, a prova teve uma largada limpa, à exceção de um problema mecânico com Randy de Puniet, da Aspar, pouco antes da bandeira verde. Lorenzo ultrapassou as Hondas de Stoner e do pole Dani Pedrosa na primeira volta e registrou por duas vezes o giro mais rápido no circuito, impondo uma larga vantagem para o australiano nos primeiros momentos da prova.

No pelotão intermediário, Rossi começou melhor do que as Tech 3 de Andrea Dovizioso e Cal Crutchlow e assumiu a terceira posição na volta 3. Já Pedrosa sofreu uma brusca queda no rendimento e caiu para o sexto posto, atrás de Dovizioso e Crutchlow.

Enquanto Lorenzo andava com pista livre à frente, Stoner segurava Rossi, Crutchlow e Dovizioso atrás e logo as Yamahas começaram a render melhor do que as Ducati. Crutchlow ultrapassou Rossi na volta 12, mas permitiu a aproximação do companheiro de equipe, que assumiu a terceira colocação no giro seguinte.

Stoner diminuiu a desvantagem para Lorenzo na volta 14 para 2s785 e parecia se candidatar a lutar pela vitória, quando passou a perder terreno a cerca de dez voltas para o final, permitindo a aproximação de Rossi, que passara a novamente render melhor do que as Tech 3. À esta altura, Crutchlow havia escapado para a caixa de brita e caído para a oitava colocação.

Na volta 24, Rossi chegou em Stoner e os dois passaram a travar uma dura batalha pelo segundo lugar, com o italiano subjugando duas vezes o australiano, mas perdendo a posição na curva seguinte. Na última volta, Rossi finalmente efetuou uma ultrapassagem decisiva sobre Stoner por dentro na primeira chicane e garantiu a segunda colocação.

Como Crutchlow, Dovizioso, que ocupara a quarta colocação na prova, escapou da pista a duas voltas do fim e caiu para o sétimo lugar. O quarto posto ficou então com o apagado Dani Pedrosa, à frente do atual campeão da Moto2, Stefan Bradl, e de Nicky Hayden, da Ducati.

A próxima prova da Moto2 será na Catalunha, no próximo dia 3 de junho.

Etapa da França – classificação final:

1º. Jorge Lorenzo (ESP/Yamaha), 28 voltas em 49min39s743
2º. Valentino Rossi (ITA/Ducati), a 9s905
3º. Casey Stoner (AUS/Honda), a 11s298
4º. Dani Pedrosa (ESP/Honda), a 29s361
5º. Stefan Bradl (ALE/LCR Honda), a 32s477
6º. Nicky Hayden (EUA/Ducati), a 32s842
7º. Andrea Dovizioso (ITA/Tech 3 Yamaha), a 59s759
8º. Cal Crutchlow (ING/Tech 3 Yamaha), a 1min05s152
9º. Héctor Barberá (ESP/Pramac Ducati), a 1min07s846
10º. Álvaro Bautista (ESP/Gresini Honda), a 1min13s193
11º. James Ellison (ING/Paul Bird ART-Aprilia), a 1min26s663
12º. Mattia Pasini (ITA/Speed Master ART-Aprilia), a 1min27s633
13º. Aleix Espargaró (ESP/Aspar ART-Aprilia), a 1 volta
14º. Michele Pirro (ITA/Gresini FTR-Honda), a 1 volta
15º. Yonny Hernández (COL/Avintia FTR-Kawasaki), a 1 volta
16º. Ben Spies (EUA/Yamaha), a 1 volta
17º. Chris Vermeulen (AUS/Forward Suter-BMW), a 2 voltas
18º. Iván Silva (ESP/Avintia Inmotec-Kawasaki), a 2 voltas

Fonte: Tazio

 

mai
14

Barrichello melhora pouco no 2º treino livre e termina em 26º

Rubens Barrichello, da KV, em Indianápolis (F. Peirce Williams/LAT)

Rubens Barrichello teve uma pequena margem de melhora no segundo treino livre para as 500 Milhas de Indianápolis, realizado neste domingo no quadrioval de 2,5 milhas.

O brasileiro da KV completou 39 voltas ao longo das seis horas de sessão e melhorou sua média com relação ao sábado em apenas 0,2 mph, passando de 215,340 para 215,578 mph (344,925 km/h). Seu tempo mais rápido ficou em 41s7483.

Como a lista de participantes da sessão deste domingo subiu de 26 para 31, Barrichello acabou perdendo seis posições na tabela, terminando o dia como 26º mais veloz. Entre os outros brasileiros, Tony Kanaan voltou a ser o melhor, em 12º, com uma volta em 41s1959, enquanto Hélio Castroneves foi o 22º e Bia Figueiredo, a 28ª.

A liderança da sessão ficou nas mãos do atual líder do campeonato da Indy Lights, Sebastián Saavedra, que representa a AFS Andretti.

O colombiano superou a marca registrada por Josef Newgarden no sábado por menos de dois décimos, marcando 40s627 em seu giro mais rápido, equivalente a uma média de 221s526 mph (354,442 km/h).

Pela liderança do dia, Saavedra ganhou um prêmio de US$ 5 mil (cerca de R$ 9,75 mil) da organização da categoria.

Bryan Clauson, atual bicampeão da classe nacional da USAC e que fará suas primeiras 500 Milhas pela Fisher Hartman, terminou em segundo, a 0s065 do colombiano. Newgarden manteve o bom ritmo e fechou os trabalhos em terceiro, à frente de Scott Dixon e Justin Wilson.

O tetracampeão Dario Franchitti foi o 14º e o atual líder do campeonato, Will Power, o 17º.

Jean Alesi e Simona de Silvestro, únicos competidores empurrados pelos motores Lotus, ficaram mais uma vez muito abaixo do rendimento dos usuários de Chevrolet e Honda. Os dois tomaram mais de três segundos do líder e a velocidade média registrada por ambos ficou em somente 205 e 202 mph, respectivamente.

Os treinos livres em Indianápolis serão retomados na segunda-feira, das 13h àsd 19h, horários de Brasília.

2º treino livre – Indianápolis:

1º. Sebastián Saavedra (COL/AFS Andretti-Chevrolet), 40s6272 ( 44 voltas )
2º. Bryan Clauson (EUA/Fisher Hartman-Honda), a 0s0650 ( 57 )
3º. Josef Newgarden (EUA/Fisher Hartman-Honda), a 0s0677 ( 49 )
4º. Scott Dixon (NZL/Chip Ganassi-Honda), a 0s1284 ( 31 )
5º. Justin Wilson (ING/Dale Coyne-Honda), a 0s1678 ( 55 )
6º. Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti-Chevrolet), a 0s2156 ( 50 )
7º. J. R. Hildebrand (EUA/Panther-Chevrolet), a 0s3640 ( 36 )
8º. James Jakes (ING/Dale Coyne-Honda), a 0s4696 ( 40 )
9º. James Hinchcliffe (CAN/Andretti-Chevrolet), a 0s4893 ( 51 )
10º. Charlie Kimball (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 0s5040 ( 31 )
11º. Ed Carpenter (EUA/Carpenter-Chevrolet), a 0s5663 ( 55 )
12º. Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet), a 0s5687 ( 16 )
13º. Takuma Sato (JAP/Rahal Letterman-Honda), a 0s6542 ( 56 )
14º. Dario Franchitti (ESC/Chip Ganassi-Honda), a 0s6585 ( 17 )
15º. Ryan Briscoe (AUS/Penske-Chevrolet), a 0s6597 ( 40 )
16º. Ernesto Viso (VEN/KV-Chevrolet), a 0s6697 ( 36 )
17º. Will Power (AUS/Penske-Chevrolet), a 0s7024 ( 41 )
18º. Marco Andretti (EUA/Andretti-Chevrolet), a 0s7130 ( 27 )
19º. Oriol Servià (ESP/DRR Panther-Chevrolet), a 0s7225 ( 37 )
20º. Graham Rahal (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 0s7425 ( 46 )
21º. Alex Tagliani (CAN/BHA-Honda), a 0s8253 ( 21 )
22º. Hélio Castroneves (BRA/Penske-Chevrolet), a 0s8550 ( 26 )
23º. Simon Pagenaud (FRA/Schmidt Hamilton-Honda), a 0s8812 ( 45 )
24º. Wade Cunningham (NZL/A. J. Foyt-Honda), a 0s9132 ( 58 )
25º. Mike Conway (ING/A. J. Foyt-Honda), a 1s0925 ( 28 )
26º. Rubens Barrichello (BRA/KV-Chevrolet), a 1s1211 ( 39 )
27º. Townsend Bell (EUA/Sam Schmidt-Honda), a 1s2250 ( 8 )
28º. Bia Figueiredo (BRA/Andretti Conquest-Chevrolet), a 1s2829 ( 17 )
29º. Michel Jourdain Jr. (MEX/Rahal Letterman-Honda), a 1s4058 ( 13 )
30º. Jean Alesi (FRA/Newman Haas-Lotus), a 3s2186 ( 32 )
31º. Simona de Silvestro (SUI/HVM-Lotus), a 3s8878 ( 19 )

Fonte: Tazio

 

mai
14

Alonso: bloqueio de Pic minou chances de vitória

Fernando Alonso, da Ferrari, em Barcelona (Beto Issa)

Fernando Alonso culpou o retardatário Charles Pic por minar suas chances de conquistar uma vitória no GP da Espanha.

Durante a corrida, o bicampeão foi atrapalhado pelo francês da Marussia enquanto tentava aplicar uma volta sobre ele. O lance gerou uma punição a Pic por ignorar bandeira azul, mas Alonso reclamou que a penalidade aplicada não tem a mesma proporção que a “o custo de uma potencial vitória”.

O asturiano espera ao menos que a decisão dos comissários “sirva de exemplo” a outros pilotos. “Tivemos um pouco de falta de sorte”, declarou. “Pegamos uma Marussia [pela frente] que foi punida, algo que não é uma solução para agora, mas espero que as pessoas passem a entender que você precisa respeitar as regras, o que não aconteceu hoje”, criticou.

“Mas [a punição] talvez não seja suficiente para compensar uma penalidade que é o custo de uma potencial vitória”, insistiu.

Sobre o segundo lugar e o retorno à ponta da tabela, com 61 pontos, empatado com Sebastian Vettel, Alonso enalteceu o esforço da Ferrari em melhorar o pacote da F2012, embora acredite que sua posição no campeonato não reflita o atual nível de competitividade da equipe italiana.

“Com certeza, estamos um pouco surpresos com a quantidade de pontos que marcamos e com o resultado deste fim de semana. Estávamos confiantes em um carro melhor e esperávamos sinais de evolução em Barcelona, depois de ficarmos totalmente fora [da disputa] do Q3 no Bahrein, em nono, a um minuto dos líderes”, exagerou.

“Chegamos aqui otimistas, mas o ritmo durante o fim de semana foi melhor do que esperávamos, porque fomos velozes na classificação e na corrida”, avaliou.

“Mas eu ainda não sei onde estamos [na ordem de forças]. Temos que esperar mais corridas para que as coisas se estabilizem. Acho que extrapolamos o desempenho do carro e outros tiveram resultados aquém do que poderiam. Está um pouco estranho, conforme vimos neste fim de semana”, argumentou.

Dessa forma, o espanhol descartou a possibilidade de brigar por vitórias em qualquer tipo de circuito. “Quando estivermos em dobradinha na classificação, na corrida e no campeonato, aí teremos o melhor carro”, determinou.

“Mas o que eu posso dizer é que tivemos o começo de ano mais difícil até aqui, com um carro que não era competitivo. E, depois de passarmos por um quarto do campeonato, estamos na liderança junto com Vettel, portanto temos que ficar orgulhosos. Talvez não tão orgulhosos pelo pacote que temos, mas estamos trabalhando nisso”, encerrou.

Fonte: Tazio

 

mai
14

Willians garante manter postura após vitória na Espanha

Equipe Williams celebra vitória no GP da Espanha (Beto Issa)

A Williams prometeu manter os pés no chão após a vitória dominante de Pastor Maldonado no GP da Espanha, no último domingo. A equipe inglesa encerrou um jejum que durava quase oito anos no circuito de Barcelona, com o venezuelano contendo Fernando Alonso de maneira brilhante para vencer na F1 pela primeira vez.

Apesar da relação de forças no circuito de Barcelona ser, com frequência, um indicativo da competitividade para o restante do campeonato, a Williams acredita que a natureza imprevisível desta temporada faz com que não haja garantia de sucesso no futuro.

O sócio da equipe, “Toto” Wolff (na foto acima, ao lado de Frank Williams), disse à AUTOSPORT que as expectativas da Williams serão contidas mesmo com o sucesso. “Posso me acostumar com esse tipo de coisa. Eu gosto. Mas acho que não podemos esperar que resultados como esse aconteçam todas as vezes, ou que nós somos, agora, candidatos a andar na frente.”

“Vimos a Sauber ser muito competitiva na Malásia e [Nico] Rosberg ter uma corrida tremenda na China. Aqui [Espanha], foi a nossa vez. Então, é uma situação difícil, que precisa ser entendida pelos engenheiros”, avaliou.

“Mas, definitivamente, isso dá à equipe o impulso necessário em confiança e motivação. Será assim tanto para Pastor quando para Bruno [Senna]. Então, vamos ficar eufóricos agora, antes de voltar ao trabalho.”

Wolff, que ocupa uma função mais ativa na equipe após a saída do presidente Adam Parr, afirmou que a equipe nunca esperou ser tão forte quando chegou ao GP da Espanha.

“Se somos realistas, não podemos sonhar com a vitória. Vimos que várias equipes ganharam várias corridas e vemos a Mercedes tendo altos e baixos. Ainda precisamos ver se isso é porque se trata de achar a janela ideal de funcionamento de pneus ou se é uma combinação de outras coisas.”

“Mas eu não sonhava com a vitória, nem mesmo após o treino classificatório. Nossa meta é ficar calmos e marcar pontos de maneira sólida. Esta era a meta de Pastor na manhã anterior à corrida, então não vamos ficar loucos com a vitória.”

Fonte: Tazio

 

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